Professores da Rede Municipal e APLB iniciam paralisação de uma semana e Prefeitura Municipal emite nota e diz entender como ilegal

Professores da rede Municipal e APLB Sindicato iniciaram uma manifestação nesta terça-feira (28) de maio em Teixeira de Freitas com prazo de duração de 5 dias, reivindicando o reajuste do piso salarial 3,41% de 2018 e 4,17% de 2019. E notificaram uma possível greve caso a Prefeitura não entrasse em acordo com a APLB Sindicato.

Diante das reivindicações e primeiro dia de paralisação a Prefeitura Municipal emitiu uma nota discordando da manifestação, pois de acordo com a Gestão Municipal o menor valor do piso salarial em Teixeira é de R$ 1.343,11 enquanto o piso Nacional anunciado pelo Governo Federal é de R$ 1.278,87.

A administração Municipal diz entender como ilegal e abusiva as sucessivas paralisações e ameaças de greve anunciadas pela APLB Sindicato.

A APLB notifica em seu blog que mesmo diante da nota do prefeito Municipal, continuam com suas atividades paralisadas!

Pais e alunos se preocupam com a paralisação e uma possível greve. Já que uma semana sem aula irá com certeza prejudicar os alunos da rede pública que não tem culpa alguma desta discórdia entre as duas classes.

Nossas crianças e adolescentes estão sendo prejudicados e  terão que cumprir carga horária e provavelmente estudar aos sábados e assimilar conteúdos na correria contra o tempo.

A população precisa e espera por uma resposta sincera e verdadeira diante dessa situação.

Nossas crianças já veem sofrendo com merenda sem qualidade, falta de matérias de uso contínuo, ventiladores quebrados e até falta de bebedouros em algumas escolas. E agora com a falta de aulas.

A educação pública é direito de todos e os alunos precisam estudar.

Esperamos que esta situação seja resolvida e que o Gestor Municipal entre em acordo com os profissionais da educação para que os mesmo voltem para as salas de aula.

Por: Jôsy Souza

 

 

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