Vídeo – Professores continuam em greve por tempo indeterminado e categoria faz protesto na Câmara de vereadores na sessão do dia 05 de junho

                           
Professores fazem protesto na Câmara de vereadores na sessão do dia 05 de junho de 2019. Os professores queriam a presença do prefeito Municipal para uma conversa e possivelmente uma resolução para encerrarem a greve. Já que quando marcam assembleia ele não aparece.

Na sessão da última quarta – feira os professores e profissionais da educação se negaram a ouvirem o discurso dos vereadores e clamavam o tempo todo pelos seus direitos e pelo piso salarial reivindicado desde 2018.Os professores continuam em greve por tempo indeterminado e alegam que permanecerão paralisadas as suas atividades durante o Gestor Municipal negar em recebê-los para resolver a triste situação.

A categoria e APLB- Sindicato diz não mais aceitar conversa com “terceiros” a mando da Gestão Municipal.

A pauta da Sessão de quarta-feira dia 05/06, na Câmara dos Vereadores seria a votação das contas do Ex-prefeito petista, João Bosco Bittencourt, mas foi praticamente impossível entender e compreender o discurso dos vereadores, pois desta vez os educadores da Rede Municipal de ensino, protestaram para que também fossem ouvidas as suas reivindicações.

A sessão da Câmara estava cheia, composta por professores, profissionais da educação, pais e até alunos.

O momento era tenso e de luta e os professores demonstraram estarem dispostos a continuarem com a greve até o acordo do piso salarial.

A situação da educação tem se agravado cada dia mais no Município, mas a Prefeitura Municipal de Teixeira de Freitas parece não se preocupar em resolver o problema  para que esses profissionais voltem às salas de aula. Crianças e adolescentes estão sendo prejudicados e o parecer é que a educação de Teixeira de Freitas não tem prioridade nenhuma para esta gestão.Em torno de 24.000 (vinte e quatro mil) alunos estão sem aulas desde o início das paralisações

Na gestão passada a pasta da educação Municipal também passou por complicações, mas nunca houve paralisações e greves contínuas e tão prolongadas como nesta.

O fato não diz respeito em quem esses profissionais possam ter votado ou não; como dizem alguns internautas em rede social. Mas a greve tem se tornado um enorme problema devido inúmeros alunos estarem passando por constrangimento, faltando aulas sem terem culpa alguma. E seus professores precisam receber o que é deles por direito em lei.

De acordo com a professora Brasilia coordenadora da APLB – Sindicato a greve continua até que ambas as partes discutam as propostas e cheguem a uma negociação, pois até o momento isso não aconteceu e por isso o motivo da classe entrar em greve. E só voltarão para sala de aula quando o prefeito assumir a resolução do problema.

E diante do não pagamento do piso e nenhum acordo, até o momento a notificação é de que a greve continua por prazo indeterminado.

 

Por: Jôsy Souza/Mídia Regional BA

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